Segulot para prevenir abortos espontâneos — para uma gravidez normal e estável e para situações de preservação da gravidez
Afastar-se muito do pecado de ódio gratuito (e, com maior razão, de brigar com vizinhos e semelhantes), pois pelo pecado de ódio gratuito a esposa perde fetos e seus filhos e filhas morrem pequenos, rachamaná litzlan[4].- Afastar-se muito do pecado de votos e juramentos[5].
- Ter o cuidado de que haja mezuzot de excelente qualidade em todos os cômodos da casa[6]. Ao mudar de residência, mesmo sendo inquilinos, não se devem retirar as mezuzot da casa anterior; devem-se comprar mezuzot novas para a nova casa[7].
- O casal deve cuidar para que a cama esteja orientada de norte a sul[8]. [Contudo, se a mulher não perde fetos, o costume, conforme Rabenu haAri z”l, é dispor a cama de leste a oeste[9]].
- O casal deve cuidar para que a relação conjugal não ocorra no início nem no final da noite, mas no meio da noite[10].
- Observar a mitzvá de tzitzit com especial esmero[11] (por exemplo, que os tzitziot sejam, no mínimo, feitos à mão, e não à máquina; e cuidar para que o talit katan seja de lã, a fim de cumprir a mitzvá de tzitzit de origem bíblica segundo Maran, o Shulchan Aruch).
- O marido deve perseverar no estudo da Torá[12]. [Se não puder, que ao menos apoie a manutenção de um avrech que se dedica assiduamente à Torá, pois assim se torna participante em sua Torá[13]].
- Ao cortar as unhas, deve-se ter o cuidado de jogá-las todas no vaso sanitário e de que nem uma unha caia no chão, pois, se uma mulher pisar em unhas, poderá, D’us não permita, perder a gestação[14].
- Ao ouvir sobre o falecimento de uma pessoa justa — e, com maior razão, de um tsadik ou de um grande líder da geração —, não se deve receber a notícia com indiferença; deve-se esforçar para chorar por ela, para não ter depois de chorar pelos próprios filhos, D’us não permita[15].
- Afastar-se da ira[16]. Houve o caso de uma mulher que perdeu quatro gestações consecutivas, rachamaná litzlan. Verificou-se que seu marido era muito irascível; chamaram sua atenção, e ele assumiu o compromisso de se esforçar muito para não mais se irar. Depois fez o “Tikun haKaas”, exposto no livro Lashon Chachamim[17], e sua esposa posteriormente deu à luz um filho saudável e perfeito, sem perder a gestação[18].
- A mulher deve fortalecer-se na tzniut, pois então é considerada como uma “videira frutífera”, cujos filhos são comparados a “brotos de oliveira”: as azeitonas permanecem na árvore por nove meses e não caem, como escreveu Rabenu Bechaye z”l[19]. Em especial, se usa uma peruca, que a substitua o mais rapidamente possível por um lenço, pois, além da proibição relativa ao recato, em quase todas as perucas — inclusive da Europa e do Brasil — é comum haver cabelos provenientes da Índia, que são oferendas de idolatria. E a Torá declara, acerca da mitzvá de destruir da terra os objetos usados para idolatria: “Não haverá em tua terra mulher que aborte nem estéril”[20].
- A segulá da pedra de rubi.
- Ter cuidado em dar o maasser kesafim[21]. Também se deve aumentar a tzedacá, pois, pelo mérito da tzedacá, a mulher não perde fetos[22]. Os que interpretam acrósticos encontraram uma alusão no versículo[23] “Distribui, dá aos necessitados”, cujas iniciais formam נפ”ל [néfel, feto perdido][24].
- Uma grande segulá contra abortos espontâneos, com a ajuda de D’us: antes da leitura da Torá, o marido dirá com grande concentração: “E vós, que vos apegais a Hashem, vosso D’us, estais todos vivos hoje”. Isto é comprovado e testado[25].
- Uma segulá comprovada e testada para a mulher que perde gestações: na noite de sua tevila, que vá a uma loja e compre uma pequena faca, por exemplo um canivete, sem negociar o preço; que leve a faca consigo ao micvê e, a partir desse momento, não ande um só instante sem a faca, inclusive no Shabat. À noite, colocará a faca sob o travesseiro, inclusive no momento da mitzvá. Tudo isso até que o bebê complete um mês[26].
- Doar ou ser voluntário em uma organização que atua contra abortos (a organização “Efrat” ou a organização “Ima” da Hidabrut), pois, por medida correspondente à medida, assim como ajudou a impedir que outras mulheres abortassem, o Santo, bendito seja Ele, a ajudará para que ela própria não venha a perder a gestação, com a ajuda de D’us[27].
- Segulá trazida por Maharchu, zekher tzadik livrachá: estando grávida, deve ir a um local onde haja um formigueiro e derramar alguns grãos de trigo nas proximidades. Quando vir uma formiga carregando um grão de trigo na boca, deverá retirar o grão de sua boca com os dois dedos da mão, o polegar e o indicador. Fará assim até reunir sete grãos de trigo dessa maneira. Amarrará os grãos em um lenço ou outro tecido e os portará durante todos os dias da gravidez[28]. Conforme o que é mencionado ali adiante, parece que se deve remover o tecido quando chegar o momento apropriado para o parto.
- Segulá para uma mulher habituada a perder gestações: durante a gravidez, ela deve, por assim dizer, “vender” o feto a outra pessoa e receber dinheiro por isso[29]. Evidentemente, não se pretende fazê-lo servo, D’us não permita; trata-se apenas de um ato de segulá, para vincular a sorte do bebê a outra família, onde não há perdas gestacionais.
- Segulá do mekubal Rabi Yitzchak Kaduri zatsal[30]: tomar uma casca de ovo do qual saiu um pintinho (pode ser obtida com criadores de galinhas), queimá-la no fogão até se transformar em pó, colocar o pó em um copo de vinho e beber o vinho três dias antes da ovulação.
- Recitar o versículo[31] “Não haverá em tua terra mulher que aborte nem estéril; completarei o número dos teus dias”, e orar ao Santo, bendito seja Ele, para que, pelo mérito dos Nomes sagrados que emanam desse versículo, com suas vogais, Ele tenha piedade e misericórdia e faça com que a mulher tal, filha de tal, não perca o fruto de seu ventre[32].
- Recolher um pouco de água de orvalho — por exemplo, em um pequeno saco plástico — e portar consigo essa água[33].
- Segulá contra aborto espontâneo: que a mulher não use adornos de ouro[34].
- Que a mulher recite o Keriat Shemá al Hamitá com a fórmula da bênção Hamapil[35].
- Durante a gravidez, que compre a faixa que os ashkenazim costumam enrolar ao redor do Sefer Torá para fechá-lo e declare que a dedica ao Sefer Torá sob a condição de poder agora utilizá-la para uso comum. Deve enrolar essa faixa ao redor de seu ventre durante a gravidez (parece que, se a faixa for curta demais, pode-se unir a ela outro lenço ou cordão, para que fique mais longa). Depois do nascimento, entregará a faixa a uma sinagoga ashkenazi e pedirá que a utilizem para enrolar o Sefer Torá[36]. [O lenço que nós, das comunidades orientais, colocamos sobre o Sefer Torá para cobrir as letras durante as bênçãos não é aquele ao qual esta segulá se refere.] Há quem traga a segulá de outra forma: toma-se um lenço que esta mulher costuma usar para a mitzvá de cobrir a cabeça — naturalmente, ela o troca por outro lenço —, vai-se à sinagoga, abre-se a Arca Sagrada e enrola-se o lenço em volta do Sefer Torá. Ora-se ali, com a Arca Sagrada aberta, para que o bebê seja uma semente viável; então o lenço é retirado do Sefer Torá e dado à mulher para que o mantenha consigo durante toda a gravidez[37].
- Durante a gravidez, que a mulher enrole ao redor de seu ventre o fio escarlate, isto é, o fio vermelho, que foi passado sete vezes em torno do túmulo de Rachel[38]. Alguns dizem que também é eficaz um fio amarrado ao redor dos túmulos de outros tsadikim[39].
- No antigo uso de Tehilim atribuído a Rav Hai Gaon[40], afirma-se que o primeiro capítulo de Tehilim (“Ashrei haish”) é propício para a salvação de uma mulher que perde fetos. Em nome do Rav M. Eliyahu zatsal, transmite-se que, durante a gravidez, devem-se ler diariamente os dois primeiros salmos de Tehilim para ser poupada de aborto espontâneo.
- Que a mulher ocupe-se em moer farinha e amassar a massa, pois isto é uma segulá para não perder o fruto de seu ventre[41]. Naturalmente, isso somente se aplica quando for possível do ponto de vista do recato, como quando os familiares mais próximos fazem uma reunião familiar para assar matzot.
- Se estiver grávida na véspera de Yom Kipur, devem cuidar de realizar o resgate de kaparot também pelo feto[42]. Portanto, tomará três galinhas: uma fêmea para si mesma, um macho caso o feto seja menino e outra fêmea caso o feto seja menina[43].
- Da mesma forma, durante todo o ano há benefício para salvar o feto por meio de um “pidyon nefesh”[44], isto é, fazer um pidyon nefesh pelo feto. Nosso mestre e rabino, Maran Rabi Ovadia Yosef zatsukal, recomendava à mulher habituada a perder gestações que pedisse a um chacham para fazer por ela um pidyon nefesh — para ela própria, e não apenas pelo feto. Assim fizeram, e de fato viram salvações.
- Se, no casamento desse casal, houve alguma ofensa a outra pessoa, como o rompimento de um shiduch anterior ou algo semelhante, devem cuidar de pedir perdão, pois os abortos espontâneos podem ser consequência do ressentimento[45].
Segulot do autor do “Ben Ish Chai” contra abortos espontâneos
- Para concluir, apresentaremos as importantes palavras escritas pelo gaon Rabenu Yosef Chaim, zekher tzadik livrachá, autor do “Ben Ish Chai”, em seu livro Keter Malchut — um dos livros que publicou anonimamente —, parágrafo 159, também citado em seu Lashon Chachamim, vol. III, cap. 72. Estas são suas agradáveis palavras:
Aquele cuja esposa perde fetos: é sabido que há um segredo celestial nisso. Há almas que são julgamentos severos, sem qualquer adoçamento, e a Malchut não as recebe e as expulsa, conforme mencionado no livro Meorei Or z”l[46]. Portanto, o remédio-segulá para isso é que marido e esposa se empenhem em tudo o que contenha adoçamento dos julgamentos:
- A. Antes de tudo, devem ter muito cuidado de orar chorando e intencionar, com seu choro, adoçar os julgamentos, pois não há nada que adoce os julgamentos como as lágrimas, particularmente quando oram por este assunto. Não devem esquecer essa intenção: sempre que se emocionarem até as lágrimas por qualquer assunto, deverão intencionar adoçar os julgamentos por meio de suas lágrimas.
- B. A mulher também deve esforçar-se para adicionar água, com sua própria mão, ao cálice do kidush e ao cálice do Birkat Hamazon de seu marido, intencionando com isso adoçar os julgamentos. Pois o vinho representa julgamento, e a água representa bondade, conforme o segredo de “e trouxe-lhe vinho, e ele bebeu” (Bereshit 27:25), sobre o qual o Zohar diz que ele pôs água no vinho.
- C. Devem também cuidar de dormir sobre o lado esquerdo, especialmente na primeira metade da noite, intencionando assim subjugar o julgamento.
- D. A mulher deve também cuidar de ser submissa ao marido e servi-lo com desejo, afeição e alegria, pois o masculino corresponde ao segredo das bondades, e o feminino ao segredo dos poderes.
- E. Devem também proporcionar mérito ao público por meio de um shofar: devem comprar, com seu próprio dinheiro, um shofar importante e dá-lo ao tocador que cumpre a obrigação do público, para que toque nele em Rosh Hashaná perante a congregação. Se isso não for possível em sua cidade, que o enviem a outra cidade, pois há muitas comunidades de Israel em cidades e aldeias. É melhor que o marido o dê de presente à esposa, e que ela o dê, com a autorização dele, ao tocador, para que realize com ele os toques da mitzvá todos os anos.
- F. Devem também distribuir vinho aos pobres tementes a D’us para os quatro copos da noite de Pessach. Devem ainda oferecer-se para levar vinho próprio para o cálice de uma brit milá, e a mulher deverá adicionar-lhe água com sua própria mão.
Até aqui as palavras de Rabenu Yosef Chaim zatsukal. Naturalmente, uma vez que chegamos à ideia de adoçar os julgamentos, há inúmeras outras maneiras de fazê-lo: ceder em relação às próprias exigências, praticar atos de bondade com o corpo e com os bens, servir a Hashem com alegria, recitar diariamente a parashá da Akeidá, recitar o Salmo 39, estudar as Mishnayot da ordem Zeraim, cuidar de estar entre os dez primeiros na sinagoga, e muito mais; não cabe aqui estender-se.
Prevenção de abortos espontâneos pelos meios naturais
Naturalmente, tudo o que foi dito não vem “isentar” a mulher dos esforços naturais, segundo as orientações médicas. Rav Kehilat Yaakov Kanievsky zatsal escreveu em seu livro Karyana deIgarta[47]: “Em tal situação, quando a gestante começa a sangrar, ela precisa repousar por algumas semanas. Em geral, durante toda a gravidez, não deve realizar trabalho pesado nem carregar peso; isso é conforme o curso da natureza, que também se deve seguir de acordo com a Torá, como está escrito: ‘Guardareis as vossas vidas’.” Até aqui suas palavras. O mesmo se aplica a todos os casos semelhantes.
Também pelos meios naturais, a gestante deve evitar comer mamão[48], bem como feno-grego, pois podem, D’us não permita, provocar aborto espontâneo; não cabe aqui estender-se.
Segulá para impedir uma mulher de realizar um aborto induzido
Quanto a uma mulher que, D’us não permita, deseja interromper deliberadamente uma gravidez por “aborto induzido” — rachamaná litzlan —, e se deseja influenciá-la a não cometer esse erro, encontrei uma segulá em manuscritos do ancião dos mekubalim, o Rav haGaon Rabi Yitzchak Kaduri zatsal (Kedushat Yitzchak, vol. III, p. 290): deve-se sussurrar em seu ouvido direito, três vezes, este versículo (parashá Ki Tavô, 28:11): “E Hashem te fará abundar em bem, no fruto de teu ventre, no fruto de teu gado e no fruto de tua terra, sobre a terra que Hashem jurou a teus antepassados que te daria”.
Fontes:
[1] Nos livros Avodá Temá e Avodat Israel, os autores já observaram e se admiraram de que esse acréscimo à oração do Cohen Gadol em Yom Kipur não se encontra nas palavras de nossos Sábios — nem no Talmud Bavli, nem no Yerushalmi, nem nos Midrashim, nem entre os Gueonim. Contudo, é sabido que muitos Midrashim de Chazal estavam nas mãos dos antigos em manuscritos e não chegaram até nós, pois se perderam durante a longa diáspora. Portanto, deve-se confiar nos detentores da tradição, que possuíam fontes sólidas. Nosso amigo, o gaon R. P. Zivichi, shlita, em Seder haAvodá miZahav uMipaz, nota 147, propôs outra explicação: como o piyut “Atá Konanta” é atribuído a Yossi ben Yossi, Cohen Gadol, pode-se dizer que ele estabeleceu aqui a fórmula que ele próprio escolheu recitar, ainda que outros Cohanim Guedolim não a recitassem.
[2] Folha 60a.
[3] Vol. XII, cap. 168.
[4] Guemará Shabat, folha 32b.
[5] Guemará Shabat, ibid.
[6] Conforme a Guemará Shabat, ibid.
[7] Bava Metsia, folha 102a: houve um caso de alguém que saiu da casa e retirou as mezuzot, e enterrou sua esposa e seus filhos. No responsa Yabia Omer, vol. III, Yorê Deá, cap. 18, escreveu-se que é preferível a versão do Talmud Yerushalmi, segundo a qual enterrou apenas os filhos, de acordo com a Guemará em Shabat mencionada acima. Veja ali.
[8] Berachot, folha 5b.
[9] Or Letsion, vol. II, cap. 1; assim também em Yalkut Yosef, edição 5780, Orach Chaim, vol. I, fim do cap. 3.
[10] O gaon autor do “Ben Ish Chai”, em seu Ben Yehoyada sobre Berachot 5b, com base nas palavras do autor de Midrash Talpiyot em nome do Ramban.
[11] Conforme a Guemará Shabat, folha 32b.
[12] Guemará Shabat, ibid. Veja também o responsa Divrei Yatsiv, em Likutim veHashmatot, cap. 118.
[13] Veja Pessachim, folha 53b.
[14] Guemará Nidá, folha 15b.
[15] Shabat, folha 105b.
[16] O Rav autor do “Ben Ish Chai”, em seu Ben Yehoyada sobre a Guemará Shabat 32b.
[17] Vol. I, cap. 72.
[18] Um dos formados de nosso Beit Midrash, o Rav haGaon R. Avraham Maimon, shlita, em seu livro chamado “Sefer haTinok”, p. 21, nota.
[19] Rabenu Bechaye sobre Bereshit 34:1.
[20] Shemot, cap. 23, versículos 23 a 26; veja ali Or haChaim haKadosh sobre o versículo 25.
[21] Birkat David Ochayon, parashá Toledot, p. 295, em nome do gaon Chazon Ish zatsal.
[22] Maran, o Rishon LeTsion, Rav haGaon R. Yitzchak Yosef, shlita, em seu Seva Semachot, nova edição, vol. I, p. 105.
[23] Tehilim 112:9.
[24] Yalkut Yosef, ibid., em nome de Meam Loez, Devarim 22:13. Veja ali. Assim também escreveu o mekubal Maharar Emmanuel Chai Riki, zekher tzadik livrachá, em seu livro Chazê Tsion sobre Tehilim 112:9, a respeito do Rei David. Veja ali. Veja ainda o tsadik oculto Rabi Yehudá Zeev Leibovitz zatsukal, em seu Or Li, p. 85, que chegou a essa ideia por si mesmo: “Ocorreu-me que as iniciais de ‘Distribui, dá aos necessitados’ formam נפ”ל; talvez seja uma segulá para uma mulher que perde fetos, D’us não permita, dar tzedacá e pão aos pobres.” Até aqui suas palavras. Em sentido oposto, veja o Chida, zekher tzadik livrachá, em seu livro Tzedacá veChaim, sistema ד, letra 118, que a omissão da tzedacá provoca aborto espontâneo, D’us não permita.
[25] O gaon Rabi Aryeh Levin zatsal, que ouviu isso diretamente do mekubal Maharar Shlomo Elyashiv zatsukal, autor de Leshem Shevo veAchlamá. Essas palavras foram citadas no responsa Teshuvot veHanhagot, vol. I, cap. 790.
[26] Sefer Shenot Chaim beNun, p. 4, em nome de Sefer haTsadik Rabi Yosef Zundel miSalant, p. 68. Também o gaon R. M. Gross, shlita, em Kovets Ateret Shlomo, vol. VII, p. 68, trouxe esta segulá, de forma mais resumida, transmitida em nome do gaon Maharach miVolozhin zatsukal.
[27] Isto parece lógico, com a ajuda de D’us, conforme disseram nossos Sábios em Sanhedrin 90a — e em vários outros lugares —: “Todas as medidas do Santo, bendito seja Ele, são medida por medida”.
[28] Sefer haPeulot, parte IV, 2, cap. 249. Há ali outras segulot, mas não são tão aplicáveis atualmente.
[29] Rafael haMalach, sistema מ, folha 31.
[30] Kedushat Yitzchak, vol. I, p. 207, sistema מ, fim do cap. 7. [No vol. V, p. 402, há outra segulá importante, por meio de uma rã, mas, por receio de causar sofrimento a um animal, não a apresentamos.]
[31] Shemot 23:26.
[32] Conforme os manuscritos de Mahari Kaduri zatsal, no livro Kedushat Yitzchak, vol. V, p. 409.
[33] Sefer haMidot, sistema de quem perde fetos, cap. 3.
[34] Sefer haMidot, sistema de quem perde fetos, parte II, cap. 1.
[35] O santo Rav Rabi Meir de Premishlan, zekher tzadik livrachá, citado no responsa Teshuvot veHanhagot, vol. I, cap. 198, e em Piskei Teshuvot, Orach Chaim, cap. 239, p. 990.
[36] No responsa Tov Taam vaDaat, terceira série, vol. II, cap. 47, é trazido um costume antigo para que uma mulher não perca a gestação: enrolar um pano de Sefer Torá ao redor do ventre. Assim é citado em muitos livros; veja Kaf haChaim Sofer, cap. 154, subparágrafo 70. Contudo, esse costume apresenta dificuldades quanto à possibilidade de utilizar um objeto de santidade para uso comum. Por isso, apresentamos no texto o conselho escrito por um dos formados de nosso Beit Midrash, o Rav haGaon R. Avraham Maimon, shlita, em seu “Sefer haTinok”, p. 34: dedicar o pano — isto é, a faixa mencionada — sob condição e, após o uso, entregá-lo à sinagoga. Veja ali.
[37] Sefer Minhagei Avotenu haCohen, vol. I, p. 162; assim fez o gaon R. Moshe Levi zatsal, e foi eficaz.
[38] Em Meorot Natan, Chanucá, p. 15, após escrever que é um costume antigo utilizar um fio vermelho que foi passado ao redor do túmulo de Rachel, escreveu: “Também vi no Sefer Kol Bo al haMilá, ao final, p. 129, uma carta escrita pelo filho do santo Admor de Aleksander ao Rav Rabi Asher Zelig Margaliot zatsal: ‘Como sabemos por nosso santo parente, nosso mestre, autor de Yismach Israel zatsal, uma segulá para a gestante completar os dias de sua gravidez com facilidade, sem qualquer obstáculo, D’us não permita, e dar à luz uma semente viável, é medir o túmulo de nossa mãe Rachel, עליה השלום. Por isso, peço-lhe que meça o túmulo e me envie as faixas, para que sejam uma segulá para ela completar os dias de sua gravidez’.” Até aqui suas palavras. Estendemo-nos sobre isso em nosso humilde livro Shoshanei Tsion, ainda em manuscrito, e não cabe aqui alongar-se.
[39] Sefer Chayei Chaim, p. 260, e em vários lugares ali; porém, trata-se da propriedade de segulá do fio em si, não necessariamente da preservação da gravidez.
[40] Citado em Zera Berach, vol. III. Veja o responsa Rashba, vol. I, cap. 113, segundo o qual aparentemente a fonte é um Midrash.
[41] Refuá veChaim Palaggi, cap. 12, letra 29, em nome de Sefer haMidot; Yafé laLev, vol. V, Orach Chaim, cap. 460, subparágrafo 2; Kaf haChaim Sofer, Orach Chaim, cap. 460, subparágrafo 20.
[42] Rema, Orach Chaim, cap. 605, parágrafo 2; veja Netai Gavriel, Yom Kipur, cap. 11, fim da nota 15.
[43] Rabenu haAri z”l, citado no Maguen Avraham, ibid., cap. 605, subparágrafo 2.
[44] Igrot Rabi Akiva Eiger, p. 110.
[45] Shaarei Halachá uMinhag, vol. IV, p. 35.
[46] Sistema נ, letra 51.
[47] Edição Bnei Derech Mechudeshet, vol. I, cap. 248.
[48] Refuat Teiman, vol. II, p. 289.
Esta resposta foi traduzida automaticamente do hebraico e ainda não foi revisada por uma pessoa. Por isso, ela pode conter imprecisões e não deve ser considerada uma referência definitiva.
indispensável, pois até o Cohen Gadol, em sua breve oração no Kodesh HaKodashim em Yom Kipur, orava (segundo o rito das comunidades orientais, na ordem de “Atá Konanta”















